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5 de dez. de 2010

ebaH - rede social acadêmica (ou para alguns, mais conhecido como salva-vidas!)

http://www.ebah.com.br O que é o ebaH? Quantas vezes você, estudante universitário, sem dinheiro para tirar cópias de apostilas e textos da faculdade naquele momento, ou sem tempo – ou mesmo com preguiça – de ir até a xerox, não pensou “Se esses arquivos estivessem na internet a minha vida seria muito mais fácil…”? Pois foi desse pensamento que surgiu o ebaH!. O ebaH! é uma rede social voltada, exclusivamente, para o campo acadêmico, e tem como principal objetivo o compartilhamento de informações e arquivos entre estudantes e professores universitários. Sim, professores, claro, também são bem vindos e é aqui que eles têm a oportunidade de se aproximarem um pouco mais de seus alunos, incentivando os estudos e complementando-os com informações adicionais. É por meio de uploads e downloads que o conteúdo é compartilhado, independente do tamanho ou formato dos arquivos e quanto maior o número de arquivos compartilhados, mais rica é a rede de informações disponibilizada pelo site. Por essa razão, ele é gratuito e aberto a qualquer usuário, bastando apenas que este se cadastre no site. O objetivo do ebaH! é auxiliar no agrupamento de universitários e professores de uma mesma área profissional, de forma a facilitar o estudo dos alunos, auxiliando-os, inclusive, a formar grupos de estudos e a debater assuntos e dúvidas nos fóruns existentes em cada comunidade. Gabaritos de provas, listas de exercícios resolvidos, anotações de cadernos e apostilas são arquivos comuns no ebaH. O ebaH! foi criado em agosto de 2006 por dois universitários da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e surgiu da ideia de economizar dinheiro com fotocópias. Eles imaginavam que todo aquele material acadêmico que precisavam xerocar na faculdade deveria, também, ser disponibilizado na internet, possibilitando inclusive a reutilização do material por alunos dos anos anteriores. Assim, em agosto de 2006, a primeira versão do ebaH! foi lançada e divulgada para a comunidade da USP, na qual teve grande aceitação: em um mês, o site teve cerca de mil cadastros e mais de 700 arquivos enviados. Em outubro do mesmo ano, os estudantes levaram o projeto do ebaH! para uma competição de Plano de Negócios promovida pela empresa júnior da POLI-USP, ganhando o primeiro lugar. A primeira versão do ebaH! era bem rústica: aos usuários era permitido apenas fazer o login, enviar e baixar arquivos. Com a experiência obtida na competição de Planos de Negócios, os criadores do site resolveram, então, implementar o sistema enxergando a oportunidade que tinham nas mãos, já que não existia, no Brasil, um canal estritamente universitário em redes sociais, tampouco um site exclusivo para o compartilhamento de arquivos acadêmicos. Foi assim que surgiu a idéia de associar uma rede social ao compartilhamento de documentos. Para incorporar os novos recursos, o site foi totalmente refeito em janeiro de 2007 e, posteriormente, com o seu crescimento, uma terceira versão do site começou a ser reformulada em janeiro de 2009. Dessa vez, a preocupação era de que o sítio tivesse usabilidade e navegação melhores e mais eficientes, páginas mais rápidas e layout mais agradável. Esse terceiro modelo do ebaH! foi lançado no dia 8 de março de 2009 e é a versão vigente.

2 de dez. de 2010

Google punirá na internet empresas que tratarem mal seus clientes

O Google anunciou nesta quarta-feira que desenvolveu um novo algoritmo para penalizar automaticamente em seu sistema de buscas as empresas que tratarem mal seus clientes. A decisão responde, desta forma, a uma reportagem publicada pelo diário The New York Times, que explicava como uma empresa registrava ascensão nas buscas do Google impulsionada por um elevado número de críticas negativas.

"A principal premissa do artigo foi que ser mau na internet pode ser bom para o negócio", explicou o engenheiro-chefe do Google, Amit Singhal, que disse que sua equipe se "horrorizou" ao conhecer a história. O periódico relatava que as queixas dos usuários na web favoreciam a visibilidade da companhia no Google, uma notoriedade que atraía novos clientes.

A modificação, que foi qualificada de "solução inicial", prejudica a posição no ranking do Google de companhias citadas no artigo do The New York Times, assim como a de outras "centenas" que na opinião do gigante da internet "oferecem aos usuários uma experiência extremamente pobre".

novo nokia n8

02/12/2010 07h05 - Atualizado em 02/12/2010 08h32

G1 testou o Nokia N8, top de linha da fabricante finlandesa

Aparelho vem com a última versão do sistema operacional, o Symbian^3. Ponto alto é sua câmera digital de 12 MP com lentes Carls Zeiss e autofoco.

Gabriel dos AnjosDo G1, em São Paulo

Nokia N8 está disponível em várias cores.Nokia N8 está disponível em várias cores. (Foto: Divulgação)

Lançado no início de outubro para brigar com os aparelhos top de linha dos concorrentes, como o iPhone da Apple e o Xperia X10 da Sony, o Nokia N8 vem com muitos recursos para atrair os usuários fiéis à marca e aqueles que ainda estão na dúvida de que smartphone comprar.

Confira algumas especificações técnicas e recursos do aparelho.

Multimídia Toca música em mp3, wma, aac (e variantes), reproduz vídeos, inclusive em alta definição (720p), nos formatos mpeg4, Real Video e possui codecs H.264, VC-1, Sorenson Spark.

A reprodução dos vídeos que acompanham o aparelho, como o trailer do Tron Legacy, foi perfeita, sem engasgos ou interrupções. O N8 pode atuar como transmissor de rádio e enviar as músicas da sua memória para a estação FM que for definida. Recomenda-se usar uma frequência que não esteja em uso na região, para evitar interferências. Ele também possui sintonizador de rádios FM com busca automática e 10 posições de memória que podem ser personalizadas.

Tela inicial do Nokia N8 em modo paisagem.Tela inicial do Nokia N8 em modo paisagem. (Foto: Gabriel dos Anjos / G1)

Sistema O N8 usa o mais novo sistema operacional adotado pela Nokia, o Symbian^3.

Sua interface permite a personalização das tela inicial, e das duas outras disponíveis, com widgets de aplicativos. Com isso, é possível colocar atalhos para os principais programas executados no aparelho.

Com a utilização mais frequente do N8 em busca de instalações e configurações de novos aplicativos, percebeu-se que o SO ainda precisa de um refino. Abre-se muitas janelas para pequenos ajustes e por vezes parece que você entrou em outro programa, pois essas novas janelas não têm a mesma aparência da anterior. Dá a impressão de uma colcha de retalhos, para não dizer "uma gambiarra".

De qualquer forma, ele é robusto o suficiente para rodar vários aplicativos simultaneamente sem qualquer travamento ou lentidão significativa, um ponto forte. Câmera Um dos pontos altos do aparelho é sua câmera digital de 12 megapixel com lente Carl Zeiss, autofoco e flash embutido. O zoom ainda é digital, mas não faz feio em termos de qualidade da imagem. Veja aqui a galeria de fotos tiradas com o N8, sem retoques, apenas corte para 950 x 600 px e arquivos salvos em jpg com qualidade 12 (100%) no Photoshop. Ele ainda conta com uma câmera frontal para videochats ou videochamadas. Internet Suporta as linguagens: HTML, XHTML MP, WML, CSS e protocolos HTTP v1.1 e WAP. Ainda conta com histórico visual, suporte para JavaScript, vídeo Flash Lite 4.0 e Flash. Tem leitor de RSS e suporta visualização de vídeos. Funciona por 3G ou Wi-Fi.

Com o botão menu à direita fica desconfortável apertá-lo.Com o botão menu à direita fica desconfortáve l apertá-lo. (Foto: Gabriel dos Anjos / G1)

Usabilidade Para quem tem mão grande, o aparelho se encaixa bem, tendo um bom tamanho. Porém, o botão de menu é localizado não no centro, mas no canto esquerdo inferior do aparelho. Para quem segura o celular com a mão esquerda, apertar o menu com o polegar pode ser difícil ou, no mínimo, incômodo e os mais desastrados ainda podem deixar cair. Mesmo segurando com a direita, como o botão fica localizado numa superfície inclinada para baixo, dado o seu design, ainda assim é desconfortável pressioná-lo. As capas que protegem os slots do SIM Card (chip) e do cartão de memória microSD não são muito fáceis de serem abertas com os dedos. Por vezes é necessária uma tampa de caneta ou outro objeto similiar para conseguir acesso ao compartimento. Por sua vez, a tampa do conector HDMI é extremente mais fácil de abrir.

Fones de ouvido vêm com adaptadores para melhor se encaixarem, mas mesmo assim ainda escorregam um pouco para fora e, com isso, não garantem um bom grave.Fones de ouvido vêm com adaptadores para melhor encaixe, mas mesmo assim ainda escorregam um pouco para fora e, com isso, não garantem um bom grave. (Foto: Gabriel dos Anjos / G1)

Vem com música Alguns aparelhos celulares da Nokia vêm com o chamado Ovi Música Ilimitada, novo nome do antigo "Comes with music" (vem com música), serviço que permite a qualquer usuário, ao comprar um aparelho elegível, baixar músicas gratuitas, sem limites, por seis meses. Ainda é possível transferi-las para o PC e sincronizar com o celular. No N8 isso não é diferente. Nele pode-se baixar quantas músicas quiser e, inclusive, quando é um álbum inteiro, ele sugere que use a rede Wi-Fi no lugar da 3G ou Edge. Um recurso interessante é o da música pausar ao ser retirado o fone de ouvido. Ao plugar novamente o fone, a reprodução não continua automaticamente. É necessario tocar no botão Play.

O gerenciador de downloads de música bem que poderia informar que determinada faixa ou álbum já foi baixado, evitando, assim, downloads duplicados, perda de tempo e bytes extras trafegados. Ao menos o software para PC tem o recurso de histórico de downloads. Mas não é muito prático ter que consultar uma lista com milhares de músicas para saber se ainda não baixou alguma. Uma mensagem como "A faixa já foi baixada. Deseja fazer download novamente?" seria bastante útil.

Bateria A bateria de 1200 mAh é embutida e não removível, como no iPhone, permitindo 12h de conversação na rede GSM e 390h em modo de espera (stand-by). Já no modo de gravação de vídeo, aguenta até 3h30 e, para reproduzir, 7h (6h para HDMI). Só tocando músicas dura cerca de 50h. Vendo WebTv, 3h30.

1 de dez. de 2010

Brinquedo Capitalista

Com leilões online, Olho no Click fatura R$ 5 milhões neste ano

Já foram arrematados mais de 4 mil produtos no site, que faturou 2,1 milhões de reais em 2009

São Paulo - Foi em uma mesa de bar que os amigos Guilherme Pizzini e Sylvio Avilla tiveram uma ideia de negócio que vai faturar 5 milhões de reais neste ano. O tema da conversa era o livro “Você está louco!”, de Ricardo Semler. “O Silvio tinha acabado de voltar da Alemanha e pensou que tinha uma ideia de algo que ainda não existia no Brasil”, conta Pizzini.

Foi quando surgiu a oportunidade de fazer o Olho no Click, um site de leilão virtual. Com base na experiência do site alemão Swoopo, que foi criado em 2005 e leiloa mais de 10 mil produtos por mês, os amigos começaram a estudar o mercado para ver se o negócio era viável no país.

“Vimos que o modelo de negócio não existia no Brasil e poderia ser uma iniciativa interessante”, diz. O projeto virou objeto de estudo do MBA de Pizzini, que era propagandista em uma empresa farmacêutica. No final de 2008, quando resolveram colocar a ideia em prática, a dupla se juntou a outros dois sócios, Arthur Davila e Rodrigo Ferreira. “O Arthur veio como um investidor e o Rodrigo tinha o conhecimento da área de tecnologia que precisávamos”, explica. A crise complicou a busca por um investimento, por isso, o grupo tirou do próprio bolso os 500 mil reais para começar a empresa. Como funciona As pessoas se cadastram no site e pagam por um pacote de lances - trinta lances custam 30 reais. Quando um novo produto entra em leilão, o usuário pode dar quantos lances quiser e ganha se depois de um minuto e meio ninguém oferecer um valor maior. “Nossa fonte de receita são os pacotes de lances”, explica

Até hoje 4 mil produtos já foram arrematados, entre eles alguns a preços bastante surpreendentes, como um final de semana romântico em Bueno Aires que custou 13 reais e um Ipad por 43 reais – quase 2,5% do valor original. “Os produtos eletrônicos de uma maneira geral são os mais leiloados porque são mais pedidos pelos usuários”, conta. Quem leva deve pagar também o frete.

Parcerias E essa era uma das principais preocupações da empresa: como operar um site com produtos de qualidade em âmbito nacional? A solução foi criar parcerias com grandes varejistas, como Magazine Luiza, Compra Fácil, Americanas.com e Submarino. “É vantajoso para essas empresas porque nós viramos uma extensão do canal de venda. Compro entre 120 mil e 130 mil reais por mês em produtos”, afirma. Todas as entregas são feitas pelas lojas. Lá fora No exterior, sites como o Swoopo são criticados pelo modelo de negócio que, para alguns, está mais relacionado com jogos de azar do que com uma compra. Pizzini rebate essa crítica e acrescenta que o objetivo do portal é trazer, sim, boas compras. “O modelo de negócio não é baseado na sorte, como acontece nos jogos de azar”, diz. Segundo ele, a exemplo do que aconteceu com os sites de compra coletiva – que oferecem descontos diários – os sites de leilão devem estourar no país em breve. “O mercado está consolidado, basta que as pessoas conheçam melhor”, explica.

www.olhonoclique.com.br

(cuidado: é viciante e você pode perder dinheiro..hahaha...sei como é..)

Pesquisa revela que 80% das lan houses são um negócio familiar

Como já estudamos sobre as lan houses no curso de TI, resolvi postar essa noticia que eu achei. Tem muito a ver com os textos que vimos.

Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que 80% dos estabelecimentos com acesso à internet, as lan houses, declararam ser um negócio familiar e quase a metade (49%) responderam ser um ambiente com algum grau de formalidade. A pesquisa conduzida pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) mostrou as características e o perfil de gestão das lan houses no Brasil.

Segundo o levantamento, 44% dos estabelecimentos oferecem produtos e serviços adicionais, como assistência técnica de computadores, papelaria e lanchonete. Sobre o número de computadores disponíveis, 46% possuem entre seis e dez equipamentos. Outros 22% contam com um a cinco e apenas 32% possuem dez ou mais computadores na loja.

Mais de 90% das lan houses oferecem o sistema Windows.

Conexão O estudo também revelou que a velocidade de conexão das lan houses se aproxima de um perfil mais domiciliar do que empresarial. Conforme a pesquisa, 23% das estabelecimentos oferecem velocidade entre 256 Kbps e 1Mbps; 32% entre 1 Mbps e 2 Mbps; 12%, entre 2 Mbps e 4 Mbps; e apenas 25% oferecem velocidades maiores de 4 Mbps.

Mais de 90% das lan houses oferecem o sistema Microsoft Windows nas estações de computadores. Segundo o estudo, o sistema Linux/Ubuntu foi citado por 9% dos lugares pesquisados. A maioria das lan houses está em funcionamento há até dois anos e, pelos dados, 31% funcionam há menos de um ano.

Quanto ao perfil dos gestores, a pesquisa revela que a maioria é gerida por homens (74% dos entrevistados são do sexo masculino, contra 26% feminino). Por classe social, predomina a classe C (54%), contra 42% das classes A e B.

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/pesquisa-revela-que-80-das-lanhouses-sao-um-negocio-familiar.html

Google lançará loja de livros on-line ainda em 2010, afirma jornal

Google lançará loja de livros on-line ainda em 2010, afirma jornal

‘Google Editions’ estava prevista para entrar no ar no meio deste ano. Loja virtual seguirá modelo diferente de seus competidores, como a Amazon.

O jornal americano Wall Sreet Journal publicou nesta quarta-feira (1) uma reportagem em que afirma que a loja on-line de livros “Google Editions” está definida para ser lançada antes do final de 2010.

Segundo a matéria, a loja virtual de livros do Google seguirá um modelo diferente de seus competidores, como a Amazon, do leitor digital Kindle, e a iBookStore, da Apple.

Em vez de comprar livros por meio de uma única loja on-line, o Google permitirá que os usuários adquiram as publicações de livrarias independentes, podendo adicioná-las a uma biblioteca on-line vinculada a uma conta do Google, que permitirá que eles realizem a leitura em qualquer lugar e em qualquer dispositivo.

A princípio, a “Google Editions” seria lançada no início de 2010, mas o lançamento foi, em seguida, adiado para junho ou julho deste ano. Agora, o diretor de gerenciamento de produtos do Google Scott Dougall afirmou que o lançamento está definido para o final de 2010 nos Estados Unidos e no primeiro trimestre de 2011 em outros países.

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/google-lancara-loja-de-livros-line-ainda-em-2010-afirma-jornal.html

Finalmente, uma rede social, de fato!

Untappd é rede social para amantes de cerveja

Frequentadores de boteco, amantes de cerveja, defensores do consumo do álcool e bêbados em geral: o Untappd é uma rede social feita especialmente para nós. Baseada em geolocalização, como o Foursquare, a ferramenta serve para você compartilhar o lugar que está frequentando, bem como a marca e o tipo da cerveja consumida no momento. Pela busca você pode encontrar outros usuários que estejam perto e, quem sabe, conhecer outros adoradores desta bebida tão essencial para a vida.

É possível ainda conferir qual é a cerveja mais consumida na rede e pesquisar avaliações sobre o sabor, preço e nível alcoólico das várias versões do suco de cevada, além de poder fazer suas próprias considerações.

O site funciona no computador e também tem aplicativos para iPhone, BlackBerry, Palm Pre e celulares com Android. Apesar de estar em inglês, dezenas de brasileiros já estão registrados (45 apenas em São Paulo) e podem utilizar o sistema normalmente. Você pode integrar seu perfil no Untappd com o Facebook e o Twitter -- e o site usa a base de dados do Foursquare, para que não tenhamos o trabalho de cadastrar todos os endereços e locais de nossos bares preferidos.

Um brinde ao Untappd! :)

SMARTPHONES

01/12/2010 15h44 - Atualizado em 01/12/2010 15h46

Nos EUA, iPhone supera BlackBerry no mercado de smartphones

Entre os futuros usuários, no entanto, maioria já prefere sistema Android. Google lidera intenção de compra entre homens; mulheres querem iPhone.

O sistema operacional iOS, presente no iPhone da Apple, é o mais utilizado entre os smartphones em operação nos Estados Unidos, ultrapassando pela primeira vez o BlackBerry OS. Segundo dados de outubro da consultoria Nielsen, 29,7% dos usuários de telefonia celular nos EUA já utilizam os chamados celulares inteligentes, com funções de computador.

Destes, 27,9% utilizam alguma versão do iPhone, único celular dotado de iOS. Em segundo lugar está o BlackBerry OS, da canadense Research in Motion. Baseado em código aberto, o sistema Android, do Google, já aparece com 22,7%, com forte crescimento no ano. O Windows Mobile, da Microsoft, tem 14%, número que pode crescer nos próximos meses, com o lançamento recente da versão WP7.

Entre os usuários de telefones celulares comuns, ainda responsáveis por 70,3% das linhas em operação nos EUA, os sistemas de smartphones considerados mais atraentes são o Google Android, para 28%, e o iOS (iPhone), com 25%. Um quarto dos usuários diz não ter certeza de qual sistema escolher.

Já entre os que atualmente usam smartphones, a força do iPhone é maior: 35% pretendem comprar um telefone com iOS nos próximos meses, contra 28% de intenção de compra de aparelhos com Android.

De acordo com os dados da Nielsen, o iPhone é o sistema preferido das mulheres: 30,9% pretendem comprar um aparelho com iOS no futuro, contra 22,8% de intenção de compra de telefones com Android. Entre os homens, a liderança fica com o sistema do Google, apontado como próxima aquisição de 32,6% dos pesquisados.

LUIZ FERNANDO SECCO

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/nos-eua-iphone-supera-blackberry-no-mercado-de-smartphones.html

na sala ae-1 blackberry ganha acho....qual vcs preferem??respondam nos comentarios.

"eu prefiro blackberry pq tem bbm"(leandro kamada)

Agora, também há celulares alternativos.

John's Phone, o anti-smartphone

O caderno Tec desta semana traz uma edição especial sobre smartphones. Mas nem só dos "celulares inteligentes" vive o mercado. Criado na Holanda, o John’s Phone --"O telefone celular mais simples do mundo"-- foi feito para quem é avesso a aplicativos, agendas eletrônicas e ringtones.

Com apenas um pequeno visor na parte superior do aparelho, o celular conta com o menor número de teclas possível. Além do teclado numérico, há um botão "On/off", um de volume, o botão Hello, para iniciar ligações, e o Bye, para finalizá-las.

O John’s Phone conta, ainda, com cinco modelos, que se diferenciam apenas pelas cores. Às versões Tree (marrom), Grass (verde), Sweet (rosa) e Business (preta), junta-se o modelo Snow (branco), que ainda não chegou ao mercado e está disponível em pré-venda.

Acompanhando o John’s Phone, há acessórios exclusivos: um bloco de anotações e uma caneta. Ambos se encaixam perfeitamente na parte de trás do celular, para que o usuário tenha sua agenda de anotações sempre à mão --e sem que o aparelho precise ser ligado.

Segundo o fabricante, o John's Phone é desbloqueado, sendo compatível com qualquer chip e com todas as frequências de rede, com exceções no Japão e na Coreia do Sul.

Tudo isso pode ser adquirido na Europa pela bagatela de €69,95 (R$ 162), no caso do modelo Snow. Os demais saem por €79,95 (R$ 186).

Na geração do iPhone, do BlackBerry e dos smartphones com Android, fica a pergunta: em nome de uma vida sem complicações, seria interessante ser dono de um John’s Phone?

Maioria dos brasileiros prefere trabalho Home Office

A maioria dos brasileiros acredita que a produtividade não está relacionada com a jornada de trabalho dentro das empresas. Uma pesquisa encomendada pela Cisco revela que 76% acreditam que não é preciso estar fisicamente no local de trabalho para ser produtivo. A preferência dos brasileiros por trabalhar remotamente está acima da média mundial, que foi de 60%, e só abaixo da Índia, com 93% e China, com 81%.
A pesquisa também revelou que 83% dos brasileiros estariam dispostos a trocar salários altos por maior mobilidade e flexibilidade de horário de trabalho. A média mundial para este item foi de 66%.
"Este resultado reflete o desejo dos profissionais pela mobilidade como forma de aliar suas responsabilidades com qualidade de vida. Isso tem sido cada vez mais realidade com o uso de soluções tecnológicas pelas empresas", afirma Ghassan Dreibi Junior, gerente de desenvolvimento de negócios de Segurança para a América Latina.
Intitulada "The Cisco Connected World Report", a pesquisa foi realizada com cerca de 2.600 pessoas, entre usuários finais e executivos de TI de 13 países: Brasil, EUA, México, Reino Unido, França, Espanha, Alemanha, Itália, Rússia, Índia, China, Japão e Austrália. As entrevistas foram realizadas entre 16 de agosto e 7 de setembro.
Mais da metade dos entrevistados em todo mundo (57%) consegue conectar sua rede de trabalho remotamente, com destaque para o grande número de usuários finais da Espanha e Reino Unido (44% em cada um dos países), que afirmaram conseguir acessar informações da rede corporativa de qualquer lugar e em qualquer hora. No Brasil, o percentual chegou a 32%.
A maioria dos usuários finais pesquisados também acredita que os dispositivos fornecidos pelas empresas deveriam estar disponíveis para uso profissional e pessoal. A média mundial foi de 66%; e no Brasil, México e China, de 77%, enquanto que na Índia o percentual chegou a 95%.
Com relação ao preparo das empresas para prover mobilidade para os funcionários, quase metade dos executivos de TI entrevistados (45%) em todo mundo afirmou que suas companhias ainda não estão preparadas para isso. Por outro lado, mais da metade dos profissionais de TI do Brasil (57%) e China (65%) afirmou que suas empresas estão trabalhando no sentido de prover mais mobilidade para seus funcionários. Garantir segurança é o maior desafio na hora de prover mobilidade nas empresas, de acordo com os profissionais de TI. Este item foi o mais citado (57% do total mundial) pelos entrevistados.
Políticas de TI e mobilidade
A pesquisa "Cisco Connected World" mostrou ainda que as políticas de TI das empresas precisam se adequar ao desejo dos funcionários pela mobilidade, especialmente para aqueles que querem acessar redes corporativas de variados dispositivos, como computadores pessoais, smartphones e iPad´s, e ainda utilizar redes sociais e ampliar comunicação por vídeo. Embora 82% dos profissionais de TI afirmaram que suas empresas contam com políticas adequadas, 64% dos usuários finais entrevistados acreditam que as políticas de suas empresas precisam ser melhoradas. O percentual dos usuários finais brasileiros para este item chegou a 74%.
O estudo também mostrou que quase metade das empresas em todo mundo (41%) proíbem acesso a rede sociais, como Facebook, MySpace e YouTube. O percentual no Brasil chegou a 51%. A restrição ao acesso ao Twitter é de 35% no mundo e 37% no Brasil. Para 36% dos executivos de TI dos países pesquisados, e 32% no Brasil, o uso de redes sociais não tem relação com os negócios das empresas, podendo ser uma perda de tempo para os funcionários.
O uso de vídeo como forma de comunicação nas empresas está crescendo rapidamente. Globalmente, 68% dos profissionais de TI acreditam que o uso dessa solução deve crescer no futuro, especialmente entre países como México (85%), China (85%), Brasil (82%) e Espanha (82%). Apesar dessa percepção, 41% dos usuários finais entrevistados ainda não podem utilizar vídeo atualmente nas companhias. Entre eles, 34% esperam utilizar o vídeo como ferramenta de comunicação no trabalho nos próximos dois anos.
http://newsroom.cisco.com//dlls/2010/ekits/BellaVista_Infographic.html
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Governo discute projeto piloto para incluir Segurança da Informação no ensino médio

Com o objetivo de fomentar a cultura de maior segurança no uso da Internet, o Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC), ligado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, negocia com o Governo do Distrito Federal a criação de um programa piloto para incluir conteúdos ligados ao tema às escolas do ensino médio. “Boa parte das falhas de segurança têm relação com o comportamento dos jovens na rede. Na verdade, eles não têm noção de segurança. Queremos levar a segurança da informação para escolas do ensino médio e começamos uma conversa com o governo do Distrito Federal. A ideia é fazer um projeto piloto que possa depois ser reproduzido”, explica o diretor do DSIC, Raphael Mandarino Jr. As negociações com a Secretaria de Educação do DF foram interrompidas com a crise institucional aberta no DF com as denúncias de envolvimento do então governador José Roberto Arruda na cobrança de propina de empresas de informática, além da compra de votos de parlamentares da Câmara Distrital. “Vamos retomar a ideia do projeto com a posse do novo governo”, diz Mandarino. À princípio, a ideia é incluir pelo menos oito horas de conteúdos voltados à segurança da informação na programação escolar. Num primeiro momento, aulas seriam ministradas por integrantes do governo federal ligados a área, o processo seria avaliado pela Secretaria de Educação e então multiplicado para as demais escolas. A despreocupação dos jovens com a segurança na rede é indicada em pesquisas feitas com os próprios adolescentes. Uma das mais recentes, realizada em setembro com 400 jovens de 13 a 17 anos em todas as regiões do Brasil, mostrou que sete das dez principais atividades deles na internet envolvem o compartilhamento de informações pessoais com desconhecidos. Ao avaliar essas sete atividades que apresentam maior risco, a McAfee indica que 83% dos adolescentes utilizam as redes sociais e trocam informações pessoais publicamente, outros 67% realizam upload de fotos, 57% compartilham vídeos, 37% postam e divulgam informações em fóruns de discussões, 36% publicam post em blogs, 31% conversam com desconhecidos por meio de chat e 5% transmitem informações sobre os locais onde vivem e se encontram.
Thiago Arnesi Espindola