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20 de out. de 2010

Roupas de spray

Espanhol cria spray que vira tecido em questão de minutos A ideia é permitir que cada pessoa faça sua própria roupa. A partir desse conceito, em vez de calças, camisas, camisetas, vestidos pendurados em cabides, haveria dentro do armário apenas latinhas. Roupa em spray - a novidade está mexendo com o mundo fashion. Dentro de uma latinha tem um guarda-roupa inteiro. Vestidos, blusas, roupas íntimas - tudo quase pronto para ser usado. Só depende da imaginação, da criatividade e, claro, da pontaria do estilista. O inventor do spray de roupas é um espanhol, doutor em moda pelo Imperial College de Londres. Manel Torres leva apenas 15 minutos para vestir uma pessoa da cabeça aos pés. E o mais impressionante: o que parece uma pintura vira tecido. Pode ser lavado e usado novamente, várias e várias vezes. A ideia é permitir que cada pessoa faça sua própria roupa. A partir desse conceito, em vez de calças, camisas, camisetas, vestidos pendurados em cabides, haveria dentro do armário apenas latinhas. Na hora de se vestir é só escolher as cores e criar um estilo sobre o próprio corpo ou usando um manequim. saiba mais Casa do futuro tem espelho que ajuda a escolher roupas Celulares do futuro parecem ser de ficção e serão dobráveis O segredo industrial, obviamente, Manel não revela de jeito nenhum, mas por alto ele explica que o spray é composto de fibras de lã, algodão ou seda. Essa matéria prima pode ser natural ou sintética. Tudo é bem triturado e misturado com solvente de tinta. Fora da lata, em contato com o corpo de uma pessoa ou sobre um molde qualquer, o produto seca rapidamente. Fica resistente e maleável. Manel e o sócio dele, Paul Luckham - engenheiro químico e professor do Imperial College -calculam que as latinhas deverão chegar ao mercado, a partir do ano que vem, custando o equivalente a R$ 17. Eles revelaram ainda que essa invenção pode ajudar também no tratamento de machucados, feridas e outros problemas de pele. “Se misturarmos remédio, como por exemplo antibiótico ou analgésico com as fibras, teremos um poderoso curativo. A ideia é que o produto seja aplicado diretamente sobre a ferida, como uma atadura instantânea”, explica Manel. Mas o que Manel gosta mesmo é de moda. Recentemente ele promoveu em Londres o primeiro desfile de vestidos feitos com spray de tecido. O resultado foi um arraso. Cláudia Stagni V S

18 de out. de 2010

Bom ano para a Apple
A Apple deve confirmar na próxima semana que seu computador tablet iPad está vendendo bem apesar do mercado instável, e que o iPhone continua a resistir bem ao forte desafio do rival Google. Os analistas antecipam que o anúncio dos resultados do quarto trimestre, na segunda-feira, 17, demonstra a força da Apple em duas frentes, com o iPhone e o iPad, ainda que alguns deles questionem se, dada a profusão de produtos concorrentes prestes a chegar às lojas, Wall Street continuará capaz de justificar a avaliação estratosférica da Apple. Como vem acontecendo há alguns trimestres, o crescimento do iPhone será o principal propulsor, enquanto cresce a antecipação quanto a um iPhone desenvolvido especialmente para a rede da Verizon Wireless, a maior operadora de telefonia móvel dos Estados Unidos, que será lançado no começo do ano que vem e deve ampliar instantaneamente o alcance da Apple junto aos consumidores norte-americanos. As ações da Apple atingiram um recorde de alta depois de superar a barreira dos 300 dólares pela primeira vez nesta semana. A empresa até o momento se provou resistente ao consumo fraco no mercado dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, suas margens brutas podem ser beneficiadas por uma queda nos custos dos componentes. Ainda que não reste muita dúvida de que os números do mais recente trimestre serão fortes, os investidores se acostumaram a exigir desempenho muito positivo, de modo que as expectativas crescem a cada período. Os analistas acreditam que uma surpresa positiva possa ser mais difícil de obter desta vez, dadas as restrições no suprimento do iPad e iPhone. Mas o iPad está desempenhando papel maior nos negócios da Apple e pode ser o coringa neste trimestre, e Wall Street está ansiosa por avaliar a aceitação do tablet pelos clientes. Embora a demanda venha sendo forte, gargalos na produção limitaram a oferta. Os investidores estão vendo o iPad como segunda base para o crescimento da empresa, em companhia do iPhone, que propeliu a disparada da Apple nos últimos anos mas enfrenta forte concorrência vinda dos celulares inteligentes equipados com o sistema operacional Google Android. Analistas esperam que a Apple divulgue um lucro trimestral de 4,08 dólares por ação, sobre uma receita de 18,9 bilhões de dólares, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S. De acordo com a SmartEstimate, da StarMine, que dá mais peso para as previsões recentes dos principais analistas, a previsão é de um lucro de 4,17 dólares por ação sobre uma receita de 19,1 bilhões de dólares. Analistas esperam uma margem bruta de 38,2 por cento. O indicador sofreu uma leve baixa devido ao iPad, mas a queda nos preços de componentes como o chips NAND flash, altamente consumido pela Apple, pode ajudar os resultados do trimestre. Wall Street espera que a companhia anuncie vendas de cerca de 10 milhões de iPods e entre 3,5 e 4 milhões de PCs Mac.

O exército da Microsoft

Depois de receber o apoio de fabricantes, operadoras e desenvolvedores de aplicativos, a empreitada da Microsoft para tentar se tornar uma empresa relevante na área da computação móvel chegou à fase que realmente importa: conquistar os consumidores. Na segunda-feira, 11, o CEO Steve Ballmer subiu ao palco mais uma vez para apresentar a primeira linha de celulares com o novo sistema da empresa, o Windows Phone 7 – anunciado em fevereiro também por Ballmer, durante uma feira de telecomunicações em Barcelona. Os nove aparelhos que compõem o exército mobile chegam às lojas nas próximas semanas na América do Norte, na Europa e na Ásia em 13 operadoras. Ainda não há previsão para o lançamento deles no Brasil, segundo a Microsoft e as empresas que produzem os aparelhos. É a primeira vez que tantos fabricantes concorrentes dos líderes de mercado (Nokia, Apple e a Research in Motion, que fabrica o BlackBerry) se unem para lançar aparelhos de uma vez só. Nem o Android, do Google, que pode se tornar neste ano o segundo sistema mais usado em celulares, teve uma estreia com tantos modelos novos. Depois do fracasso do celular Kin, lançado pela empresa nos EUA em abril e cancelado dois meses depois, a Microsoft desta vez precisa mesmo do apoio de tantas empresas para mostrar se está pronta para ficar.Junto da Microsoft estão a Dell – novata no mercado de smartphones – e marcas asiáticas com pouca tradição na área de software, como a taiwanesa HTC, a LG e a Samsung. As três têm apostado em qualquer novidade, tanto em celulares com Android quanto em plataformas próprias. E agora acrescentaram o Windows Phone 7 no menu de aparelhos, ao lado da empresa criada por Bill Gates. A Microsoft passou anos sem fazer grandes mudanças nos seus sistemas para celulares e praticamente ignorou o mercado de aplicativos, games e serviços online para celulares. A empresa viu sua participação ser engolida pelos concorrentes, na mesma época em que as vendas de smartphones foram batendo recordes a cada trimestre, impulsionadas pelas novidades criadas pelo iPhone da Apple e sua loja de aplicativos. Apenas no segundo trimestre, foram vendidos 325,6 milhões de smartphones no mundo, segundo a consultoria Gartner. Só 5% usavam a versão anterior do sistema da Microsoft, enquanto que 14,2% deles eram iPhones e 17,2%, celulares Android. O Windows Phone 7 desta vez vem repleto de serviços online da empresa, como a loja de músicas Zune, a rede de games Xbox Live e integração com redes socais, além de uma loja de aplicativos (aberta também a desenvolvedores brasileiros). Resta saber se tudo isso será suficiente para fazer bonito além da vitrine.
Fonte: Estado de São Paulo http://blogs.estadao.com.br/link/o-exercito-da-microsoft/

O que esperar do novo evento Apple???

Um evento novo da Apple marcado para o dia 20 de outubro já faz sugir várias indagações na cabeça das pessoas. O que a Apple lançará dessa vez? Será lgo totalmente novo? Uma reforma em algum produto já criado? Ou será talvez um novo sistema operacional, como alguns cogitam? Pois é, parece que estas perguntas e outras tantas terão que esperar até o evento para serem respondidas. Mas se espera a volta do foco para o que é onicio da Apple: o Mac, como a foto da reportagem já nos faz relembrar. Agora é esperar para ver o que Steve Jobs promete dessa vez! http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4737751-EI12882,00-O+que+esperar+do+novo+evento+da+Apple.html

5 de out. de 2010

Curiosidade Internet Explorer

Internet Explorer detém menos de 50% do mercado pela 1ª vez

A história da internet pode não ser mais a mesma após a divulgação de um relatório da empresa de estatísticas StatCounter nesta terça-feira (5). Em marco inédito, o Internet Explorer, navegador feito pela Microsoft, registrou menos de 50% de participação no mercado mundial.

Segundo as contagens do relatório, a participação do IE caiu para 49,87% em setembro. O browser é seguido pelo Firefox, com 31,5% de participação no mercado.

O navegador que prossegue em crescimento é o Chrome, do Google: se ele tinha 3,69% do mercado em setembro de 2009, o porcentual de setembro de 2010 chega a 11,54%.

"É certamente um marco na guerra dos navegadores da internet", disse o executivo-chefe da StatCounter, Aodhan Cullen. "Há apenas dois anos, o Internet Explorer dominava o mercado mundial com 67%."

O acordo de competitividade feito entre a Microsoft e a Comissão Europeia --a fim de que a empresa oferecesse escolha aos usuários europeus sobre os navegadores além do IE-- foi diretamente proporcional à queda global do browser, afirmou ele.

As contagens da companhia se baseiam em uma amostra que excede 15 bilhões de visitas a sites por mês, coletadas a partir de mais de 3 milhões de sites.

Fonte UOL

Priscila Bove