Páginas

18 de set. de 2010

Resolvendo Exercícios no Excel

O tutorial é pra ajudar como resolver alguns exercícios no excel. Esses são para as fórmulas mais básicas, apresentadas na primeira aula.
Passo 1 - Organizar a tabela
Pergunta 1 - Qual a média de preços dos livros?
Pergunta 2 - Quantos livros estiveram na lista em 2009?
Pergunta 3 - Quantos livros mais caros que R$18,00 são da editora Intrínseca?
Pergunta 4 - Quantas vezes Stephenie Meyer ficou entre as 10 primeiras posições?

12 de set. de 2010

trabalho bip

BIP/ PAGER

No início dos anos 80, foi lançado o Pager, aparelho que era usado como o SMS dos celulares de hoje em dia. Mais tarde ficou conhecido também como BIP, por emitir esse som quando recebia uma mensagem.

O aparelho que parecia um controle remoto com uma pequena tela de LED operava com o sinal de uma radiofreqüência espalhado pelas cidades. Cada usuário tinha seu próprio numero de identificação, assim como no SMS de hoje em dia, contudo o que era incomum era o modo como tinha que transmitir sua mensagem. Quando o portador do BIP enviava um recado ele tinha que ligar para um ‘’atendente’’ que ouviria sua mensagem e repassaria para o numero de destino no caso.

Dependendo do modelo do BIP a pessoa que recebesse a mensagem teria que ligar para o mesmo atendente e por meio de uma senha ouvir o recado deixado por quem enviou. Se o usuário que recebesse tivesse um Pager poderia até ler em sua pequena tela o que lhe foi enviado. Talvez o maior problema dessa tecnologia seja a falta de privacidade que apresenta, porém era o que se chamava de mobilidade no inicio dos anos 90.

Convertendo em valores reais, um BIP hoje custaria em torno de 60,00 reais para comprar o aparelho e 25 reais de assinatura para receber 6.500 caracteres. Após isso o preço era de 0,01 centavo a cada 2 caracteres. O BIP é um exemplo de tecnologia ultrapassada que foi superada pela difusão do celular e da internet.

luiz fernando secco

victor szepilovski

gustavo miele

alex ferraz

felipe prata

trabalho semestral

prof libania, nosso trabalho semestral será feito com uma empresa do ramo da construçao civil, a PLANSERVICE-engenheiros associados(http://www.planservice.com.br/)
-empresa voltada à prestação de serviços de engenharia nas áreas de coordenação de projetos, planejamento, programação e controle, fiscalização de campo, suprimentos, enfim todas as atividades necessárias ao gerenciamento da implantação de empreendimentos quer sejam industriais, comerciais ou institucionais.
grupo:
luiz fernando da cruz secco
felipe prata
alex ferraz
victor szepilovski
gustavo miele.

8 de set. de 2010

Lançado em 1992 pela Sony, ao MiniDisc (MD) foi atribuída a tarefa de substituir o sistema de fitas cassetes de áudio. O MD foi muito popular no Japão como um upgrade digital das fitas cassetes, mas não foi popular em todos os lugares. Nos Eua e na Europa, o MD teve uma participação bem pequena no mercado. Embora tivesse uma classe de clientes fiéis, o MD teve um sucesso muito limitado, principalmente após o barateamento dos CDs e uso de reprodutores de audio digitais, como discman e, posteriomente, os mp3 players. Outro fator relevante para o insucesso dos MD foi a não adaptação dos estúdios e gravadoras a este tipo de mídia. As opções de compra de músicas nesse formato eram muito restritas. Mesmo assim, a tecnologia do MD é muito respeitada pela portabilidade, pela boa qualidade e pela possibilidade de gravação. Essa possibilidade de gravação, aliás, garante até hoje a manutenção da existência e uso de alguns MDs por músicos. Apesar de a Sony ter a patente dos MDS, para evitar que ocorresse algo parecido com o que houve com o BETAMAX, permitiu que outras manufaturas fabricassem seus próprios sistemas MD. Foram adeptas do MD, entre outras, as empresas JVC, Sharp, Pioneer e Panasonic . Atualmente é extremamente raro encontrarmos MD players em lojas convencionais. No Brasil, é difícil até mesmo encontrarmos pessoas que se lembrem deles, por mais revolucionários e úteis que tenham sido nos poucos anos de sucesso.
Antonio Guimarães
Bruna Kaori
Natália Seguchi

A derrota do HD DVD

Embora foi desenvolvido pela Toshiba como sendo o primeiro padrão de vídeo em alta definição, o HD DVD com o apoio inicial da NEC, Sanyo e mais tarde da Microsoft, HP e Intel, teve sua batalha perdida no mercado de mídias de alta definição. O processo de decadencia se deu logo após a Warner Brother escolher o formato da Sony, o Blu-Ray com sucessor do DVD. Mas a causa principal que abalou o mercado do HD DVD, segundo especialistas, foi que a Sony fez um um melhor trabalho em convencer a maioria dos estúdios de cinema sobre o novo padrão. E a Sony também teve vantagem por possuir um dos maiores estúdios de cinema. Com a falta de apoio dos grandes estúdios de cinema e o encerramento das vendas de HD DVD no Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo, o HD DVD ficou com seus dias contados. Pedro Lacerda Raphael Shohet Thiago Arnesi

A derrota do HD DVD

Embora foi desenvolvido pela Toshiba como sendo o primeiro padrão de vídeo em alta definição, o HD DVD com o apoio inicial da NEC, Sanyo e mais tarde da Microsoft, HP e Intel, teve sua batalha perdida no mercado de mídias de alta definição. O processo de decadencia se deu logo após a Warner Brother escolher o formato da Sony, o Blu-Ray com sucessor do DVD. Mas a causa principal que abalou o mercado do HD DVD, segundo especialistas, foi que a Sony fez um um melhor trabalho em convencer a maioria dos estúdios de cinema sobre o novo padrão. E a Sony também teve vantagem por possuir um dos maiores estúdios de cinema. Com a falta de apoio dos grandes estúdios de cinema e o encerramento das vendas de HD DVD no Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo, o HD DVD ficou com seus dias contados.

Tamagotchi

O Tamagotchi, também conhecido como bichinho virtual, foi criado pela Bandai (produtora de games) em 1997 no Japão. Logo, ele se expandiu pelo mundo inteiro e virou febre no universo infantil. Toda criança possuia o seu ou o desejava muito, fazendo a cabeça de seus pais para comprá-lo.

A idéia do brinquedo era de criar um animal de estimação virtual, dar-lhe comida, banho, carinho e até vê-lo crescer. Era pequeno, leve e de prático manuseio, além de ser vendido à um preço muito acessível. Mais de 40 milhões de unidades foram vendidas no mundo desde seu lançamento.

Porém, com o passar do tempo, o Tamagotchi, com sua falta de inovação tecnológica, cedeu espaço para novas formas de entreterimento, tais como Pokémon (Game Boy), jogos em novos video-games e a viabilização do acesso à Internet.
Assim, sua decadência intensificou-se com o passar do tempo, com estagnação quanto ao seu desenvolvimento e a evolução tecnológica do mundo ao seu redor.
Grupo:
Gustavo Nogueira
Filipe Barbieri
Gabriel Mirandola
Pedro Cury
Pedro Conrade

O fim da era dos disquetes

O disquete surgiu como um meio de facilitar o armazenamento e a leitura de arquivos. No momento em que ele surgiu, este assumiu um papel de extrema importância, tanto por sua revolução no modo de armazenar quanto na sua facilidade de usar.

Em 1967, a IBM tinha necessidade de mandar frequentes atualizações de seus softwares para seus clientes. Por isso, foi delegada a David Noble a tarefa de criar um meio de armazenamento que custasse menos de 5 dólares. Ele criou um disco de 8 polegadas e 80 kB que era somente para leitura. Logo, ele percebeu que a sujeira danificava o disco, e criou, então, a capa característica do disquete. Já em 1975, foi criado o disco de 5 1/4 polegadas. Este projeto, porém, foi arquivado e só começou a ser distribuído em 1978. O novo disco foi aumentando de tamanho até chegar aos 1.2 Mb de espaço. E, finalmente em 1982, a Sony criou o disquete de 3 1/2 polegadas, que funcionavam apenas nos seus computadores. Mas logo outros fabricantes começaram a usar o formato e ele se tornou dominante na indústria. Mesmo que a capa que o recobria fosse dura, o disquete continuava sendo chamado de "disco flexível". Esse se tornou extremamente útil e imprescindível na vida de qualquer um que utilizasse computador com frequência. Embora hoje ele não aparente ter tido grande importância, ele foi sem dúvida uma das maiores revoluções no que diz respeito a armazenamento de dados. Contudo, com o avanço da tecnologia o disquete se tornou incompatível com as novas necessidades, e perdeu sua utilidade. Inicialmente o CD e o disquete conviviam perfeitamente. Porém, com a ascensão do pen drive, o disquete se tornou completamente obsoleto. O CD, embora tenha perdido relevância, ele ainda é importante em outras funções que desempenha. Dessa forma, o disquete não conseguiu se sustentar por não guardar uma grandequantidade de informações, por armazenar e transmitir facilmente vírus e por ser um objeto muito vulnerável às ações externas, como temperatura e queda. Entretanto, a suaimportância comoumarevoluçãoé inegável. Fato este que pode ser comprovado em qualquer computador, já que atualmente o símbolo de salvar arquivos é associado à imagem do disquete.

Por Marjorie Darcet e Rodrigo Gomes

Celular agrupando e inovando as tecnologias

Onde estão as agendas eletrônicas?

Quem nunca utilizou ou ouviu falar de uma agenda eletrônica? Na década de 80 e 90 elas eram muito utilizadas e sua principal função era guardar contatos em geral, substituindo a agenda de papel que, por sua vez, pecava no quesito praticidade. As principais vantagens da agenda eletrônica eram a portabilidade, o refinamento além do status por ela concebido.

Da mesma maneira que a agenda eletrônica substituiu a de papel, hoje o celular agrega como item a agenda eletrônica, viabilizando assim o desuso desta. Isso acontece porque é mais fácil e mais pratico ter os contatos em um aparelho que engloba diversas outras funções. Atualmente, a dificuldade de encontrar uma agenda eletrônica no mercado comprova que essa entrou em completo desuso. Ao procurarmos sobre agenda eletrônica em sites de busca como, por exemplo, Jácotei e Buscapé, não encontramos muitos resultados.

http://www.jacotei.com.br/filtros/index/269/agenda%20eletronica

http://busca.buscape.com.br/cprocura/agenda-eletronica.html).html

E o Discman? Ninguém mais está ouvindo música?

O Discman, um tocador de CDs portátil, também era uma tecnologia bastante frequente na década de 90. Ele servia como uma forma de entretenimento nas horas vagas possibilitando a audição de música em qualquer lugar. Ele era muito utilizado em exercícios físicos que, muitas vezes, são considerados monótonos e chatos. Entretanto, este tipo de aparelho quase não é mais usado nos dias de hoje. Além de ser substituído pelo novo I-pod, a maioria dos telefones celulares já vem com um mp3 embutido, fazendo o Discman entrar em desuso.

O Discman tem um tamanho muito maior que os mp3 ou I-pods atuais e só possibilita ouvir as músicas do CD. Em um Mp3 cabe um número muito grande de músicas dependendo da quantidade de memória que este tem, fazendo o Discman ser, além de menos prático, menos eficiente também. A tendência é que o uso dos CDs fique cada vez menor, pois dá para obter músicas por meio da internet sem ter problemas de pagar pelas que você não quer ouvir.

Os Mp3 embutidos nos celulares, trazem ainda a substiuição dos I-pods ou Mp3 normais. As pessoas estão optando por comprar um aparelho que já vem com um telefone e a possibilidade de ouvir música. Desse modo, não há a necessidade de comprar muitos aparelhos para funções diferentes. O celular está substituindo diversas tecnologias, pois está se adaptando a funções diferentes.

Ao pesquisar no google por Discmans, quase nenhuma foto do tocador de Cds apareceu, somente das versões mais recentes de tecnologias para ouvir músia. O Discman realmente caiu em desuso.

http://www.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=discman&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=wi&biw=1699&bih=699

E as máquinas fotográficas?

Desde o século 18 o homem já fotografava e tinha nessa atividade um potencial hobby. Durante cem anos, a câmera passou por um intenso processo de desenvolvimento e no final da década de 80 e início da década de 90 as câmeras digitais começaram a aparecer no mercado consumidor. Câmeras com 1 mega pixel de resolução começaram surgiram em 1997, e a partir de então essas máquinas começaram a dar largos passos, e evoluíram para câmeras que hoje tem até 14 mega pixels.

Mas poderia esse objeto, em si, se tornar desnecessário? A sua função está tão correlacionada com os celulares modernos, que comprar uma câmera sozinha pode se tornar desvantajoso. Com acesso a internet, e resoluções alcançando as das câmeras digitais, os celulares, que não só fotografam, mas filmam também, têm se mostrado mais proveitosos que as antigas máquinas. É possível tirar fotos e carregá-las automaticamente em redes sociais na internet, computadores ou mesmo compartilhar com outros aparelhos móveis. Por esse motivo, pessoas pararam de querer adquirir máquinas fotográficas, elas preferem economizar esse dinheiro para usá-lo para comprar um celular que obtenha mais funções.

http://www.artigonal.com/arteentretenimento-artigos/evolucao-da-camera-fotografica-958133.html

E o BIP?

Foi um objeto muito utilizado nos anos 80 e 90, sua principal função era anunciar chamadas de telefone por uma telinha pequena. Alguns tinham apenas a função de mostrar um número em seu visor para o usuário, outros contemplavam mais funções, como mostrar uma curta mensagem. Já que nessa época os celulares eram raros e caros, era a única forma de comunicação que a pessoa tinha acesso quando não estava em sua casa. Ele caiu no desuso, pois além de ser escrita em letras pequenas e ser muito simples, não permitia responder a mensagem instantaneamente. A popularização do celular e adição de funções como mensagem de texto, colaborou para o fim da moda dos Pagers.

Resultados do BIP ao procurar em sites de compra como jácotei: não obtiveram respostas.

Como conclusão, percebemos que comprando apenas um aparelho, o celular, podemos colocar em desuso todos esses aparelhos que antes eram indispensáveis.

Por esse motivo, esses produtos deixarem de ser comprados e o celular passou a ser um bem desejável por todos.

Caroline Portich

Flávia Barretti

Jessica Lee

Olivia Aguiar

Priscila Bove

3 de set. de 2010

Betamax X VHS

No inicio dos anos 1970, surgia no mundo uma nova tecnologia: o videocassete. A Sony foi a pioneira quando introduziu o U-matic no mercado e logo depois introduziu o Sony Betamax, em 1975. Para competir, a JVC criou o VHS, uma fita mais simples e mais barata embora não tecnicamente superior ao da Sony.

Acreditava-se na época que o modelo Betamax iria despontar nas vendas por ter uma qualidade superior. Porém, isso não aconteceu já que a dificuldade no licenciamento da marca provocou uma desaceleração no crescimento da empresa e dificultou a competição com o VHS. Além disso, o tempo de duração de cada gravação era superior no modelo da JVC, podendo gravar até duas horas enquanto o concorrente permitia uma hora de duração. Outro ponto importante na batalha foi a questão de inserir-se no mercado pornográfico, pois a divulgação dos filmes era através das fitas e, visto que a Sony não permitia esse gênero de vídeo, fez com que somente a VHS continuasse no mercado.

O sucesso do VHS deu-se graças à facilidade com que a JVS firmava parcerias com empresas produtoras de fita vídeo cassete. Ao contrário disso, a Sony não teve flexibilidade para aceitar que outras empresas produzissem o modelo da Betamax. Essa atitude resultou no fracasso desse produto da Sony e do domínio quase completo do mercado de filmes da década de 1970 que eram reproduzidos em vídeo cassete.

Apesar de uma tentativa frustrada da Sony de desenvolver um novo formato de vídeo, conhecido como Video-8, os produtos em VHS tinham um preço bem mais acessível do que os oferecidos pela Sony devido ao alto nível de contrabando que, inclusive, foi um dos fatores responsáveis pela alta aceitação do produto no mercado brasileiro e mundial.

Após o monopólio da VHS dos anos 1970, o desenvolvimento da tecnologia de vídeos resultou no surgimento do formato DVD, muito mais compacto, pratico e com uma capacidade bem superior à do vídeo cassete. É possível concluir que a tecnologia tende a se desenvolver de forma a superar e substituir o passado. Prova disso são os filmes em Blu-ray que apareceram no mercado recentemente, mas apresentam uma qualidade superior à dos filmes em DVD e por isso há a tendência dos DVDs serem substituídos pelo Blu-rays.

Grupo:AE1

LEANDRO TAKASHI KAMADA

MÁRCIO ANTONIO FARID FILHO

MARIANA ROCHA NAGLI

BRUNA AUAD PROENÇA

CAROLINE MIRON

LETICIA VAZAMI

1 de set. de 2010

O último bip dos Bips

Durante as décadas de 80 e começo de 90, o bip obteve a primazia dos meios de comunicação através de seu sistema de envio de mensagens.
Inicialmente uma central intermediava o sistema de envio e recebimento de mensagens, e o aviso da chegada destas se dava através de um efeito sonoro.
Mais tarde a mensagem passou a ser decodificada pela central , a qual já enviava as mensagens escritas para os pagers; no entanto a resposta ainda teria de ser dada através de um telefone fixo.
Porém com o advento da telefonia móvel, os pagers perderam seu espaço no mercado devido a diversidade de serviços que passaram a oferecer os celulares. Com isso algumas empresas deixaram de investir no mercado de pagers para investir em um novo nicho promissor de mercado que surgia: o dos celulares.
Foi esse o caso da Motorola. A empresa detinha 80 a 85% da venda dos pagers na década de 80 e com sua substituição a empresa passou a fabricar aparelhos móveis, tornando-se uma das maiores empresas de telefonia móvel do mundo
Mesmo com a popularização dos celulares, os pagers ainda são utilizados, ainda que de forma reduzida, nos hospitais, como meio de comunicação rápida entre seus funcionários
Por: Giovanna Claro, Luiza Minatelli, Milena Moita e Nathalia Paglia