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1 de dez. de 2010

SMARTPHONES

01/12/2010 15h44 - Atualizado em 01/12/2010 15h46

Nos EUA, iPhone supera BlackBerry no mercado de smartphones

Entre os futuros usuários, no entanto, maioria já prefere sistema Android. Google lidera intenção de compra entre homens; mulheres querem iPhone.

O sistema operacional iOS, presente no iPhone da Apple, é o mais utilizado entre os smartphones em operação nos Estados Unidos, ultrapassando pela primeira vez o BlackBerry OS. Segundo dados de outubro da consultoria Nielsen, 29,7% dos usuários de telefonia celular nos EUA já utilizam os chamados celulares inteligentes, com funções de computador.

Destes, 27,9% utilizam alguma versão do iPhone, único celular dotado de iOS. Em segundo lugar está o BlackBerry OS, da canadense Research in Motion. Baseado em código aberto, o sistema Android, do Google, já aparece com 22,7%, com forte crescimento no ano. O Windows Mobile, da Microsoft, tem 14%, número que pode crescer nos próximos meses, com o lançamento recente da versão WP7.

Entre os usuários de telefones celulares comuns, ainda responsáveis por 70,3% das linhas em operação nos EUA, os sistemas de smartphones considerados mais atraentes são o Google Android, para 28%, e o iOS (iPhone), com 25%. Um quarto dos usuários diz não ter certeza de qual sistema escolher.

Já entre os que atualmente usam smartphones, a força do iPhone é maior: 35% pretendem comprar um telefone com iOS nos próximos meses, contra 28% de intenção de compra de aparelhos com Android.

De acordo com os dados da Nielsen, o iPhone é o sistema preferido das mulheres: 30,9% pretendem comprar um aparelho com iOS no futuro, contra 22,8% de intenção de compra de telefones com Android. Entre os homens, a liderança fica com o sistema do Google, apontado como próxima aquisição de 32,6% dos pesquisados.

LUIZ FERNANDO SECCO

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/12/nos-eua-iphone-supera-blackberry-no-mercado-de-smartphones.html

na sala ae-1 blackberry ganha acho....qual vcs preferem??respondam nos comentarios.

"eu prefiro blackberry pq tem bbm"(leandro kamada)

Agora, também há celulares alternativos.

John's Phone, o anti-smartphone

O caderno Tec desta semana traz uma edição especial sobre smartphones. Mas nem só dos "celulares inteligentes" vive o mercado. Criado na Holanda, o John’s Phone --"O telefone celular mais simples do mundo"-- foi feito para quem é avesso a aplicativos, agendas eletrônicas e ringtones.

Com apenas um pequeno visor na parte superior do aparelho, o celular conta com o menor número de teclas possível. Além do teclado numérico, há um botão "On/off", um de volume, o botão Hello, para iniciar ligações, e o Bye, para finalizá-las.

O John’s Phone conta, ainda, com cinco modelos, que se diferenciam apenas pelas cores. Às versões Tree (marrom), Grass (verde), Sweet (rosa) e Business (preta), junta-se o modelo Snow (branco), que ainda não chegou ao mercado e está disponível em pré-venda.

Acompanhando o John’s Phone, há acessórios exclusivos: um bloco de anotações e uma caneta. Ambos se encaixam perfeitamente na parte de trás do celular, para que o usuário tenha sua agenda de anotações sempre à mão --e sem que o aparelho precise ser ligado.

Segundo o fabricante, o John's Phone é desbloqueado, sendo compatível com qualquer chip e com todas as frequências de rede, com exceções no Japão e na Coreia do Sul.

Tudo isso pode ser adquirido na Europa pela bagatela de €69,95 (R$ 162), no caso do modelo Snow. Os demais saem por €79,95 (R$ 186).

Na geração do iPhone, do BlackBerry e dos smartphones com Android, fica a pergunta: em nome de uma vida sem complicações, seria interessante ser dono de um John’s Phone?

Maioria dos brasileiros prefere trabalho Home Office

A maioria dos brasileiros acredita que a produtividade não está relacionada com a jornada de trabalho dentro das empresas. Uma pesquisa encomendada pela Cisco revela que 76% acreditam que não é preciso estar fisicamente no local de trabalho para ser produtivo. A preferência dos brasileiros por trabalhar remotamente está acima da média mundial, que foi de 60%, e só abaixo da Índia, com 93% e China, com 81%.
A pesquisa também revelou que 83% dos brasileiros estariam dispostos a trocar salários altos por maior mobilidade e flexibilidade de horário de trabalho. A média mundial para este item foi de 66%.
"Este resultado reflete o desejo dos profissionais pela mobilidade como forma de aliar suas responsabilidades com qualidade de vida. Isso tem sido cada vez mais realidade com o uso de soluções tecnológicas pelas empresas", afirma Ghassan Dreibi Junior, gerente de desenvolvimento de negócios de Segurança para a América Latina.
Intitulada "The Cisco Connected World Report", a pesquisa foi realizada com cerca de 2.600 pessoas, entre usuários finais e executivos de TI de 13 países: Brasil, EUA, México, Reino Unido, França, Espanha, Alemanha, Itália, Rússia, Índia, China, Japão e Austrália. As entrevistas foram realizadas entre 16 de agosto e 7 de setembro.
Mais da metade dos entrevistados em todo mundo (57%) consegue conectar sua rede de trabalho remotamente, com destaque para o grande número de usuários finais da Espanha e Reino Unido (44% em cada um dos países), que afirmaram conseguir acessar informações da rede corporativa de qualquer lugar e em qualquer hora. No Brasil, o percentual chegou a 32%.
A maioria dos usuários finais pesquisados também acredita que os dispositivos fornecidos pelas empresas deveriam estar disponíveis para uso profissional e pessoal. A média mundial foi de 66%; e no Brasil, México e China, de 77%, enquanto que na Índia o percentual chegou a 95%.
Com relação ao preparo das empresas para prover mobilidade para os funcionários, quase metade dos executivos de TI entrevistados (45%) em todo mundo afirmou que suas companhias ainda não estão preparadas para isso. Por outro lado, mais da metade dos profissionais de TI do Brasil (57%) e China (65%) afirmou que suas empresas estão trabalhando no sentido de prover mais mobilidade para seus funcionários. Garantir segurança é o maior desafio na hora de prover mobilidade nas empresas, de acordo com os profissionais de TI. Este item foi o mais citado (57% do total mundial) pelos entrevistados.
Políticas de TI e mobilidade
A pesquisa "Cisco Connected World" mostrou ainda que as políticas de TI das empresas precisam se adequar ao desejo dos funcionários pela mobilidade, especialmente para aqueles que querem acessar redes corporativas de variados dispositivos, como computadores pessoais, smartphones e iPad´s, e ainda utilizar redes sociais e ampliar comunicação por vídeo. Embora 82% dos profissionais de TI afirmaram que suas empresas contam com políticas adequadas, 64% dos usuários finais entrevistados acreditam que as políticas de suas empresas precisam ser melhoradas. O percentual dos usuários finais brasileiros para este item chegou a 74%.
O estudo também mostrou que quase metade das empresas em todo mundo (41%) proíbem acesso a rede sociais, como Facebook, MySpace e YouTube. O percentual no Brasil chegou a 51%. A restrição ao acesso ao Twitter é de 35% no mundo e 37% no Brasil. Para 36% dos executivos de TI dos países pesquisados, e 32% no Brasil, o uso de redes sociais não tem relação com os negócios das empresas, podendo ser uma perda de tempo para os funcionários.
O uso de vídeo como forma de comunicação nas empresas está crescendo rapidamente. Globalmente, 68% dos profissionais de TI acreditam que o uso dessa solução deve crescer no futuro, especialmente entre países como México (85%), China (85%), Brasil (82%) e Espanha (82%). Apesar dessa percepção, 41% dos usuários finais entrevistados ainda não podem utilizar vídeo atualmente nas companhias. Entre eles, 34% esperam utilizar o vídeo como ferramenta de comunicação no trabalho nos próximos dois anos.
http://newsroom.cisco.com//dlls/2010/ekits/BellaVista_Infographic.html
http://newsroom.cisco.com//dlls/2010/ekits/BellaVista_Infographic.swf

Governo discute projeto piloto para incluir Segurança da Informação no ensino médio

Com o objetivo de fomentar a cultura de maior segurança no uso da Internet, o Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC), ligado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, negocia com o Governo do Distrito Federal a criação de um programa piloto para incluir conteúdos ligados ao tema às escolas do ensino médio. “Boa parte das falhas de segurança têm relação com o comportamento dos jovens na rede. Na verdade, eles não têm noção de segurança. Queremos levar a segurança da informação para escolas do ensino médio e começamos uma conversa com o governo do Distrito Federal. A ideia é fazer um projeto piloto que possa depois ser reproduzido”, explica o diretor do DSIC, Raphael Mandarino Jr. As negociações com a Secretaria de Educação do DF foram interrompidas com a crise institucional aberta no DF com as denúncias de envolvimento do então governador José Roberto Arruda na cobrança de propina de empresas de informática, além da compra de votos de parlamentares da Câmara Distrital. “Vamos retomar a ideia do projeto com a posse do novo governo”, diz Mandarino. À princípio, a ideia é incluir pelo menos oito horas de conteúdos voltados à segurança da informação na programação escolar. Num primeiro momento, aulas seriam ministradas por integrantes do governo federal ligados a área, o processo seria avaliado pela Secretaria de Educação e então multiplicado para as demais escolas. A despreocupação dos jovens com a segurança na rede é indicada em pesquisas feitas com os próprios adolescentes. Uma das mais recentes, realizada em setembro com 400 jovens de 13 a 17 anos em todas as regiões do Brasil, mostrou que sete das dez principais atividades deles na internet envolvem o compartilhamento de informações pessoais com desconhecidos. Ao avaliar essas sete atividades que apresentam maior risco, a McAfee indica que 83% dos adolescentes utilizam as redes sociais e trocam informações pessoais publicamente, outros 67% realizam upload de fotos, 57% compartilham vídeos, 37% postam e divulgam informações em fóruns de discussões, 36% publicam post em blogs, 31% conversam com desconhecidos por meio de chat e 5% transmitem informações sobre os locais onde vivem e se encontram.
Thiago Arnesi Espindola

LAN houses devem ser mais que casas de jogo, alerta Comitê Gestor da Internet

O CGI (Comitê Gestor da Internet no Brasil) divulgou nesta quarta-feira (1) a pesquisa TIC LAN houses 2010, com dados sobre esses estabelecimentos de acesso à web. Uma das conclusões dessa primeira edição do estudo é que as LAN houses devem ser mais do que um lugar onde os usuários simplesmente vão para jogar. E que, se não houver uma diversificação nas atividades, esse tipo de estabelecimento pode acabar.

Os serviços mais utilizados nessas empresas, geralmente familiares, são: jogos (42%), impressão (19%) e cópia de documentos (12%).

“Não estamos decretando o fim das LAN houses, mas mostrando que há várias áreas pouco exploradas”, afirmou Winston Oyadomari, do Cetic.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), órgão que conduziu a pesquisa. Entre as atividades menos procuradas pelos usuários – e que poderiam ganhar força -- estão os cursos de profissionalização, de uso da internet e de treino em informática e o uso de e-gov (sites governamentais que oferecem serviços públicos).

Para Juliano Cappi, da Cetic.br, é importante que haja algum tipo de variação de serviço, pois está cada vez mais fácil para a população adquirir um computador novo. “A tendência é que quando cresce a base de computadores nos domicílios, a procura por LAN houses caia.”

As LAN houses no Brasil, aponta o estudo, são estabelecimentos com gestão familiar (80%) e com efetivo enxuto (97% têm até três funcionários). Além disso, a maioria dos donos desse tipo de comércio tem o ensino médio completo como escolaridade (59%), enquanto apenas 6% têm ensino superior. “Geralmente, o proprietário é um microempreendedor que perdeu o emprego e usou o fundo de garantia para comprar computadores”, define Alexandre Barbosa do Cetic.br.

O estudo procurou traçar um perfil das LAN houses no país que, segundo o TIC Domicílios 2009 (levantamento que traça um perfil do usuário da internet), é o meio pelo qual cerca de 30 milhões acessam a internet.

O levantamento também procurou mostrar os motivos pelos quais os usuários vão às LAN houses. Os principais fatores apontados pelos proprietários que participaram da entrevista foram o a falta de um computador em casa (81%) e a de acesso à internet. No que diz respeito à faixa etária de pessoas que frequentam muito, há uma predominância de internautas com idade entre 16 e 24 anos. (GUILHERME TAGIAROLI || Do UOL Tecnologia)

Thiago Arnesi Espindola

Google deve lançar livraria digital nos EUA antes do fim do ano

A aposta do Google para entrar no setor de livros eletrônicos estreará nos EUA antes do fim de 2010 e no restante do mundo no primeiro trimestre de 2011, quase um ano após sua data de lançamento original.

De acordo com declarações do diretor de gestão de produtos da companhia, Scott Dougall, ao diário "Wall Street Journal", a abertura da livraria digital do Google, cercada por problemas técnicos e legais durante meses, ocorrerá nas próximas semanas.

"Dada a complexidade do projeto, não queríamos lançar algo que não estivesse completo", disse Dougall.

O atraso no lançamento do Google Editions, previsto, inicialmente, para o primeiro trimestre de 2010, permitiu à companhia antecipar contratos em várias frentes, como o das livrarias independentes.

Espera-se que as pequenas editoras forneçam grande parte da oferta da livraria digital, com a qual muitas já estão trocando arquivos, segundo o jornal.

A companhia quis diferenciar sua biblioteca de outras, como a da Amazon, ao desenhar um modelo aberto, no qual os livros podem ser comprados diretamente na própria rede ou em livrarias associadas, através da conta do usuário no Google.

A aposta do Google, que não obriga o usuário a possuir nenhum aparelho, também oferece uma opção para que as pessoas comprem livros através da plataforma sem precisar visitar o site da companhia, com um sistema de venda direta das livrarias.

A chegada do Google ao mundo editorial a tempo para o Natal poderia triplicar o número de vendas de livros digitais este ano nos Estados Unidos, de US$ 301 milhões, em 2009, para US$ 966 milhões, em 2010, segundo a empresa de consultoria Forrester Research.

Felipe Prata, Alex Ferraz e Victor Szepilovski

Um dos fundadores do Facebook lança rede de caridade

The New York Times Chris Hughes, um dos fundadores do Facebook e chefe da estratégia digital da campanha do presidente Barack Obama, sabe uma ou duas coisas sobre a criação de comunidades on-line. Agora ele está aplicando seu conhecimento em uma nova empresa, chamada Jumo, que pretende conectar pessoas com organizações de caridade e sem fins lucrativos. O site, que será anunciado nesta terça-feira, pretende ser "o que o Yelp representa para os restaurantes", disse Hughes, ao indexar organizações de caridade "para ajudar as pessoas a encontrá-las e avaliá-las". Instituições individuais, projetos como a construção de uma escola em área rural na África, e questões como o direito dos homossexuais terão páginas específicas no Jumo. Notícias relevantes, posts no Twitter e vídeos no YouTube serão adicionados às páginas e os usuários poderão incluir seus próprios comentários e observações. Os usuários também poderão encontrar seus amigos do Facebook e seguir seus projetos e questões no site. A ideia é levar os princípios que ajudaram Hughes a organizar uma rede de voluntários transformada em força política de sucesso e aplicá-los a um universo muito mais amplo de causas e questões. Hughes não é o primeiro empresário a se aventurar nesse território. O Causes, um aplicativo do Facebook, e o site Global Giving estão entre as muitas formais atuais de encontrar e apoiar instituições de caridade on-line. Mas Hughes disse que o Jumo não será focado em solicitar doações. No lugar disso, disse ele, o site irá tentar aprofundar os laços entre os usuários e suas causas preferidas. "Quanto mais esse indivíduo estiver conectado a um tema de interesse, maior a probabilidade de que participe por um período maior de tempo", disse Hughes. Para começar, o Jumo foi semeado com mais de 3.000 temas e grupos. No entanto, "qualquer pessoa com uma missão social poderá criar uma página", disse Hughes, para quem o Jumo pode se converter em uma forma simples para pequenas organizações de caridade estabelecer presença nas redes sociais. Desafios - O Jumo permitirá apenas a participação de organizações que tenham certificado de isenção de impostos para solicitar doações como forma de desencorajar fraudes. O próprio Jumo é uma organização sem fins lucrativos e funcionará com doações de usuários e patrocínio de empresas. Um desafio para o Jumo será descobrir como os usuários da internet estarão dispostos a compartilhar detalhes sobre as doações que eles poderão escolher para exibir em suas páginas de perfil, disse Susan Etlinger, analista do Altimeter Group, uma empresa de consultoria. "A dinâmica de outras redes sociais talvez não possa ser transferida para essa atividade", disse ela. Barreiras - Chris Bishko, diretor de investimentos da Omidyar Network, uma empresa de investimentos em filantropia que contribuiu com 3,5 milhões de dólares para o Jumo antes de seu lançamento, disse que isso não era uma possibilidade muito remota. "Uma coisa que aprendemos com as empresas de internet é que se você conseguir reduzir as barreiras, a atividade pode seguir um caminho que não existia antes", disse. Como exemplo, citou o fluxo de doações por meio de mensagens de texto depois do terremoto do Haiti, em janeiro. "Vimos que as pessoas estavam dispostas a fazer aquilo". Outro problema para o Jumo é o esgotamento das redes sociais. As pessoas que passam seu tempo no Facebook e em outras partes estariam dispostas a incluir outro site entre seus favoritos? Para Hughes, o Jumo não vai competir com o Facebook. Ao contrário, ele acredita que o Facebook se converterá na coluna vertebral para a Web social e as pessoas também usarão sites de nicho, focados em interesses e comunidades específicos. O Jumo enviará e-mails e atualizações customizadas para seus usuários para ajudá-los a manter seus compromissos, disse. Voluntários - Ainda não está claro em que medida a internet e os meios de comunicação social podem ajudar as pessoas a ir além de "seguir" e "gostar" de coisas, mas uma rede social como o Jumo poderia ser um primeiro passo crucial, disse Steve MacLaughlin, diretor de soluções de internet da Blackbaud, um provedor global de tecnologia e serviços para organizações sem fins lucrativos. "Não sei se os seguidores irão se traduzir em voluntários e doadores", disse MacLaughlin. "Mas as pessoas que estão mais comprometidas com organizações sem fins lucrativos terão mais possibilidades de doar ou apoiá-las de outra maneira." O impacto econômico poderia ser enorme, disse. Dos 300 bilhões de dólares doados para filantropia e organizações sem fins lucrativos em 2009, apenas 6% foram pela internet.