Lançado em 1992 pela Sony, ao MiniDisc (MD) foi atribuída a tarefa de substituir o sistema de fitas cassetes de áudio. O MD foi muito popular no Japão como um upgrade digital das fitas cassetes, mas não foi popular em todos os lugares. Nos Eua e na Europa, o MD teve uma participação bem pequena no mercado.
Embora tivesse uma classe de clientes fiéis, o MD teve um sucesso muito limitado, principalmente após o barateamento dos CDs e uso de reprodutores de audio digitais, como discman e, posteriomente, os mp3 players. Outro fator relevante para o insucesso dos MD foi a não adaptação dos estúdios e gravadoras a este tipo de mídia. As opções de compra de músicas nesse formato eram muito restritas. Mesmo assim, a tecnologia do MD é muito respeitada pela portabilidade, pela boa qualidade e pela possibilidade de gravação. Essa possibilidade de gravação, aliás, garante até hoje a manutenção da existência e uso de alguns MDs por músicos.
Apesar de a Sony ter a patente dos MDS, para evitar que ocorresse algo parecido com o que houve com o BETAMAX, permitiu que outras manufaturas fabricassem seus próprios sistemas MD. Foram adeptas do MD, entre outras, as empresas JVC, Sharp, Pioneer e Panasonic .
Atualmente é extremamente raro encontrarmos MD players em lojas convencionais. No Brasil, é difícil até mesmo encontrarmos pessoas que se lembrem deles, por mais revolucionários e úteis que tenham sido nos poucos anos de sucesso. Antonio Guimarães
Bruna Kaori
Natália Seguchi
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